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Livro HTML5

Fala, galera. Chegou meu livro HTML5 da Novatec escrito (e provavelmente muito bem escrito pelo Maujor). Portanto, lei-lo-ei (que palavra) eu e, com certeza, farei uma resenha sobre ele aqui no blog.

 
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Sites bonitos e inspiradores – jul/2011

Sei que vocês já devem conhecer pilhas de sites inspiration mas eu estarei trazendo 5 dos sites mais legais que eu vi em julho. Vou tentar fazer isso todos os meses, mas você sabe, nada garantido hehe.

www.kiapicanto.co.za/

kx.kawasaki.com

www.webondi.com

www.vision8studio.co.uk

www.lolitataperia.com

Esses são 5 dos sites que eu achei mais legais em julho. E vocês o que acharam?

 
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Modernizr – CSS3 e HTML5 em browsers antigos

Navegando por aí eu vi um site no mínimo muito interessante: o Modernizr.

Modernizr é uma biblioteca javascript open-source que ajuda você  a websites em HTML5 e CSS3. Ele faz com que os browsers antigos consigam utilizar os recursos mais atuais. Para utilizar é fácil, baixe a bibloteca aqui, e utilizar dentro da tag <head>, de preferência antes das CSS. Utiliza-se o método Modernizr.load e seja feliz.

Na verdade, a documentação é bem simples e de fácil entendimento. Vale à pena, se seu público ainda utiliza ie7- e você precisa deixar os mesmos recursos pra todos os navegadores.

 
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Ação publicitária da Fanta – Win

Ae galera, vejam esta ação publicitária desenvolvida pela agência americana Ogilvy. Pra variar, #Win

 
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Palestra no Encontro Cearense de PHP

Galera, no post anterior eu divulguei o I Encontro Cearense de PHP. Então depois dele, recebi uma notícia muito massa...

Estarei ministrando palestra no encontro, dia 20/11, às 16h30, com o tema "PHP para quem não conhece PHP". Acredito que vai ser muito legal.

Não espere muito, corra agora no www.comsolid.org e faça sua pré-inscrição. No dia do evento, basta levar 1kg de alimento + a pré-inscrição e pronto. Vai desfrutar de dois encontros em um, com uma galera muito divertida.

Te espero lá.

 
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I Encontro Cearense de PHP

Fala, povo!

Estou, com muita alegria, divulgando o I Encontro Cearense de PHP, que será dia 20/11 dentro do Comsolid, um encontro sobre software livre e inclusão digital.

Abaixo, o cartaz do encontro.

I Encontro Cearense de PHP

I Encontro Cearense de PHP

 
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Comandos básicos do Git

Fala, povo.

Você já ouviu falar de controle de versão? Segundo a Wiki, é um software com a finalidade de gerenciar diferentes versões no desenvolvimento de um documento qualquer. Existem vários sistemas de controle de versão, tais como CVS, Mercurial, SVN, dentre outros. O que nós começaremos a estudar é o Git.

A definição no site oficial é: Git is a free & open source, distributed version control system designed to handle everything from small to very large projects with speed and efficiency (Git é um sistema de controle de versão distribuído, grátis e de código aberto, desenvolvido para dar conta de tudo, desde pequenos a grandes projetos com velocidade e eficiência). Quem trabalha com SVN, por exemplo, vai sentir o impacto com o Git por conta da distribuição dos repositórios. Git não centraliza, mas distribui, ou seja, cada máquina participante no desenvolvimento de um projeto, será o próprio client e o próprio server, será o próprio repositório.

Pois bem, vou enumerar aqui alguns comandos básicos do Git, com comentários meus.

git init - inicializa o git e cria o repositório (uma pasta oculta com o nome de ".git") onde irão os branches, etc;
git config --global user.name "seu nome" - Identifica o usuário. Sempre que der um commit, ele vai ter essa identificação;
git config --global user.email "seu@email.com" - Identifica o email. Mesmo aplicado ao nome;
git status - exibe a situação atual do projeto. É um dos comandos do Git mais utilizados, já que passa informações preciosas sobre o que ocorreu ou poderá ocorrer;
git add <arquivo> - adiciona um ou mais arquivos no índice ou stage (estágio intermediário entre o working directory e o repositório);
git rm --cached <arquivo> - remove um ou mais arquivos do índice;
git commit -m <mensagem> - dá commit nos arquivos que se encontram dentro do índice. Você terá de colocar uma mensagem para identificar cada commit;
git log - exibe o histórico de informações sobre os commits de um projeto;
git checkout <branch> - serve para alternar entre um branch e outro. O checkout serve pra outras coisas também que explanaremos em uma série de posts sobre Git;
git reset head~<versão> <--hard> <--soft> - volta a versão do arquivo (commit);
git reflog - mostra todos os commits inacessíveis do projeto;
git clean -f - remove todos os untracked files (apaga o arquivo do disco);
.gitignore - esse não é um comando, mas um arquivo texto que lista os arquivos que o git deve ignorar.

Bom, é isso, iremos dissecar mais nos próximos posts sobre Git. Aguardem!

 
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Paulo Silva na III Feira de Emprego e Estágio do Ceará

Palestras III Feira de Emprego e Estágio do Ceará

Palestras III Feira de Emprego e Estágio do Ceará

Fala galera...

Faz tempo que não posto, por estar realmente muito atarefado. Mas vamos reverter isso.

Estive palestrando na III Feira de Emprego e Estágio do Ceará, onde falei sobre controle de versão com Git, webstandards e CSS3 para quem não tem experiência nenhuma ou quase nenhuma com desenvolvimento web. Foi realmente muito bom, instigar as pessoas a buscarem o desenvolvimento web como forma de sustento, e conduzi-las a trabalhar da forma mais correta possível.

Bom, estou aqui disponibilizando os slides das duas palestras.

Slide da palestra Segurança e produtividade com Git (versão BROffice)

Slide da palestra Webstandards e CSS3 (versão MSOffice)

Espero que todos tenham gostado e comentem, pra que tenhamos uma troca maior de experiências.

 
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Guerra dos browsers: de quem é a culpa?

Se tem uma coisa que eu não gosto é de falar que existe uma tal guerra dos browsers. Você já prestou atenção nessa tal guerra? Se existisse uma guerra propriamente dita, teríamos realmente uma disputa acirrada entre Firefox 3.6 e Internet Explorer 7 no Brasil, segundo o site http://www.tobeguarany.com/internet_no_brasil.php? Nós que somos (ou pensamos ser) desenvolvedores, sabemos que essa estatística retrata não um browser que realmente é similar ao Firefox, só que teoricamente menos popular. Ela retrata uma mentalidade equivocada de pessoas que não param pra pensar em como estão navegando.

O Brasil, segundo o mesmo site, é o país que mais horas passa na internet. Emails, sites, news, rss, bancos, sites de relacionamento, são exemplos de serviços que o brasileiro costuma visitar todos os dias. Mas tudo isso num browser que não consegue saber a diferença entre margin e padding? O Internet Explorer 6 já se foi, mas na verdade, morreu muito antes de sumir, só agora que o avisaram. Mas deixou a outra arma maligna chamada IE7. Assim, onde iremos parar? O seu cliente diz pra você: "do jeito que eu uso o IE7, tem uma parcela da população que também usa!". E realmente tem. Mas também existe uma parcela de xiitas (ainda que um número ínfimo), que navega em modo texto. Então não coloquemos imagens nos sites (pode acreditar, já me sugeriram isso).

O desenvolvimento no Brasil hoje ainda está amarrado a uma mentalidade limitada, onde as pessoas se perguntam o porquê de investir em tecnologia, quando temos o sinal de fumaça para nos comunicar. Ainda estamos desenvolvendo para 800x600, mesmo sabendo que só tem uma pequena minoria que ainda se utiliza dessa resolução, haja vista que hoje os novos monitores suportam, no mínimo 1024x768.

A culpa é de quem? Do desenvolvedor que não se impõe com medo de perder um cliente que simplesmente acha que o site vai rodar somente no seu próprio PC (com IE6 ou 7 a 800x600)? Do cliente que é, em muitos casos, arrogante e intransigente, ao ponto de não querer ouvir o verdadeiro profissional (ao menos em alguns casos) no assunto? Ou é minha que poderia escrever mais no meu blog e partilhar mais do meu conhecimento aos que não tiveram as mesmas oportunidades, para que cresçamos todos juntos? Ou é sua que, quando lê um post desses, acha até interessante mas não se deixa questionar sobre os meios que se utiliza para aprender e desenvolver.

Esse post é um empurrão, um incentivo pra que nós desenvolvedores, e nós clientes, saibamos que é necessário que existe um conjunto, uma reciprocidade para o crescimento comum, seja na internet ou seja na vida!

Até a próxima.

 
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E quando o desenvolvedor pergunta: Se funciona, qual o problema?

Fala galera. Essa pergunta eu mesmo já fiz várias vezes quando estava no início do aprendizado. Eu e outros milhares, até milhões já fizemos essa pergunta imbecil: se funciona, qual o problema? Mas qual o impacto desta ideia no passo atual do desenvolvimento?

Eu acredito que cada vez mais pessoas estejam se capacitando e entrando neste vasto campo chamado internet. Mas ainda hoje, ao menos no Brasil, me deparo com desenvolvedores com pencas de clientes e zero de preparo. Esses muleques desenvolvedores que acham que conhecer bem a sintaxe da linguagem ou fazer um site todo em tableless os torna bons profissionais. Mas quer experimentá-los? Basta convida-los a trabalhar em equipe. Apresente a eles os testes unitários, ou qualquer debug que não seja echo, var_dump ou print_r, ou trabalhar com controle de versão. Eles irão se perder. Não existe entre eles um padrão, uma forma, um estalinho sequer de boas práticas de desenvolvimento, e saem por aí manchando os verdadeiros profissionais.

Eu não falo dos que sabem e têm consciência de que precisam aprender (claro que todos nós sempre estamos aprendendo) ainda pra se chamar profissional. Estes já trabalham e ganham seu dinheiro mas não se aventuram a alçar livre vôo quando ainda nem tem asas. Esses que pedem ajuda, que frequentam o nosso e tantos outros blogs da net em busca de conhecimento, em busca de aprimorar aquilo que já tem. É pra esses que existe o meu blog, não para os metidos a conhecedores, ou aqueles que fazem tudo de qualquer jeito, só porque "funciona". Pode até funcionar, mas funciona bem? Pode até funcionar, mas será que teria uma maneira melhor de fazer?

Eu, durante muitos anos, tinha os meus códigos engavetados. O tempo passava e em todo novo projeto eu ia la, pegava os códigos do início da carreira (quem tem códigos de 8, 10 anos atras e olha pra eles hoje sabe do que estou falando) e só dava segmento a uma montueira de códigos medonhos, sem propósito semântico, sem padrão e sem a menor margem para quem daria manutenção. Eu ainda dou manutenção, 5, 6 anos depois a sistemas assim e tenho uma dificuldade enorme pra entender o que eu mesmo escrevi.

Então, caros irmãos no desenvolvimento, não pensem somente em vocês, mas em todo um contexto que anos depois poderá beneficiar a vocês próprios.

Depois teremos mais um post sobre PHP, dessa vez vamos desenvolver uma classe de Crud (Create, Read, Update, Delete) para ser uma camada de baixo nível de uma aplicação (ou ao menos deveria ser). Até mais!

 
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